Author: Gabriel Medeiros
•12:44
Eu sou um jovem preso na mente de um idoso
Enquanto os outros estão agitadamente vivos
Eu tenho minha vida presa por um fio
E esse fio tem nome

Minha cabeça está virada para os céus,
Mas meus pés estão no inferno
Nosso ponto de encontro são seus quadris
E fica tudo como eu sempre quis

Rápido, rápido, desesperado
Você deixa minha cabeça confusa
Deixa meu corpo esmagado
Me guie, me construa

Eu vou te deixar
Eu vou te ensinar
Eu vou, eu vou

Estou ficando velho, mas ainda estou preso a esse corpo jovem
Não aguento mais esse mistério, essas suas ideias que me absorvem
Me deixou confuso, me deixou no escuro, tudo escuro

Mas eu sou uma máquina de raios de sol
Eu sou como uma estrela, um farol
Para você, para você

E no final gastamos nossas vidas em um carro longo e preto
Enclausurados em um caixão longo e preto, ou seja qual for a cor que você quer
Só sei que não existe saída, esteja onde estiver
A idade vai te buscar, vai te apanhar
E não adianta fazer raios de sol, pois nunca mais vai vê-Los de novo. 

This entry was posted on 12:44 and is filed under , , . You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

0 comentários: